principais pontos do novo modelo de crédito imobiliário
19 de dezembro de 2025
O que mudou: principais pontos do novo modelo de crédito imobiliário
FIM DO COMPULSÓRIO DA POUPANÇA
- A partir de janeiro de 2027, o governo vai começar a eliminar a exigência de parte dos depósitos de poupança que os bancos precisam manter como reserva obrigatória. Reuters+2O Dia+2
- Durante a transição, os depósitos compulsórios sobre a poupança cairão de 20% para 15%. Contadores+1
- A previsão é que esse recolhimento atinja
0% em cerca de 10 anos, liberando recursos para crédito imobiliário. Contadores+1
Liberação de Recursos para Crédito Imobiliário
- A reforma prevê “descarimbar” os recursos da poupança: os bancos poderão usar valores da poupança
livremente, desde que façam crédito imobiliário equivalente. O Dia
- Estima-se que haverá uma injeção de cerca de
R$ 20 bilhões a mais para o financiamento habitacional a partir dessa mudança. hecoplan.com.br
- Dos recursos liberados, 80% deverão ir para o
SFH (Sistema Financeiro da Habitação), com juros limitados a
12% ao ano; os outros 20% devem ir para o
SFI, com taxa de mercado. O Dia
Teto do SFH Aumentado
- O valor máximo de imóvel financiado pelo SFH sobe de
R$ 1,5 milhão para cerca de
R$ 2 milhões conforme o novo modelo. hecoplan.com.br+1
- Isso pode expandir o acesso de compradores que estavam limitados pelo teto anterior.
Motivação Econômica
- Essa mudança vem em um momento em que a poupança está perdendo relevância: saques estão acima dos depósitos. Reuters
- Com a alta da Selic, muitos poupadores estão optando por aplicações mais rentáveis do que deixar dinheiro na poupança, o que pressiona o modelo atual de financiamento imobiliário. UOL Economia
- A proposta visa modernizar o sistema de crédito habitacional, tornando os recursos da poupança mais flexíveis e eficientes para financiar imóveis. ABECIP+1
Por que isso importa para o mercado imobiliário?
- Para corretores e imobiliárias: Haverá mais crédito disponível para clientes, especialmente para quem quer financiar imóvel pelo SFH.
- Para incorporadoras: O novo modelo pode facilitar a compra de imóveis por parte de novos compradores e tornar os financiamentos mais acessíveis.
- Para investidores: Essa mudança pode gerar um aumento de demanda habitacional, incentivando mais projetos residenciais.
- Para o consumidor final: Possível redução de custos e mais flexibilidade para conseguir financiamento imobiliário, especialmente em imóveis com valor mais alto.







